… bom é quando faz mal.

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Também preciso vender meu próprio peixe por aqui. E nesse exato momento vou falar sobre a agência virtual (em breve física, eu espero) que estou inaugurando o site essa semana, juntamente com meu sócio.

(site caption)

Página Inicial do Site

O layout que já estava praticamente pronto há quase 1 ano, e engavetado no armário, finalmente acabou sendo lançado ontem à noite. Antes dele, estava uma versão improvisada, e agora oficialmente, a versão final. Ainda faltam alguns ajustes – principalmente na parte de portfolio, como adicionar jobs mais recentes e organizar melhor a navegação -, mas o importante já está no ar.

Dê uma conferida, e se lembrar, indique aos amigos! E se quiser comentar sobre o design, navegação, acessibilidade ou qualquer outra coisa – incluindo reclamações -, esteja à vontade. Isso aqui serve pra isso mesmo. E o mais importante: se estiver precisando de comunicação, procure a gente!

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Parece besteira, mas essa nova versão do WP me dá mais prazer em escrever aqui. Se eu não encontro outras formas de incentivo, é melhor não tentar entender e me agarrar nessa mesmo. Acontece que, além de estar escrevendo aqui com bem mais frequência – e pretendo fazer disso um hábito esse ano -, acabei de publicar um novo texto no “Um Segundo…“, depois de quase 5 meses.

Eu já tinha assunto para pelo menos uns 2 ou 3 textos, e isso vem se acumulando em mais alguns temas ao longo do tempo. O problema é que nunca encontro paz para digitá-los, ou muitas vezes “perco o fio da meada”, e acabo deixando de lado. Mas tentarei – e fico aqui sentenciado – escrever ao menos 1 por mês. Então, aproveita e dá um pulo lá.

Esse meu último final de semana caseiro, economizando após gastos colossais de final de ano, foi bem produtivo. Abri meus queridos Photoshop e Premiere depois de séculos, para voltar aos poucos ao trabalho, e é claro, na hora do lazer pude assistir 3 novos filmes.

foto_vcbO primeiro, Vicky Cristina Barcelona, é excelente. Admito que estava esperando algo à mais, com tanto falatório por parte de amigos que já tinham visto. Não é nenhuma obra-prima do Woody Allen, mas sem sombra de dúvidas um de seus momentos de auge. Ele começa já acelerado, nos primeiros minutos de duração, com a fantástica cena do restaurante, no qual um dos protagonistas convida as duas viajantes americanas à uma viagem que levará a um possível ato sexual entre os três. As mulheres em questão são Vicky (Rebeca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), que são abordadas por Juan Antonio (Javier Bardem). A história é claro, se passa em Barcelona, completando assim o título do filme. Acontece que, mais uma personagem entra na história. Que é a perturbada ex-mulher de Juan Antonio, a fabulosa Maria Elena (Penélope Cruz). O interessante em toda a história é principalmente o envolvimento entre Cristina e Maria Elena, que começa com desconfianças até chegar em um belíssimo triângulo amoroso, e o crescimento da personagem de Vicky, que começa morna e vai traçando parte importante de toda trama. Obviamente que se tratando de Allen, a coisa ganha reviravoltas muito maiores. A fotografia do filme é lindíssima, e por si só, dá um show à parte. Personagens altamente carismáticos, e atuações impecáveis, com destaque incondicional para Penélope Cruz.

foto_sawivEm seguida, parti para algo mais “blockbuster”, e finalmente consegui colocar pra rodar o Jogos Mortais IV. Eu sei que muita gente não aguenta mais essa série, e já espera algo tão entendiante e repetitivo como as centenas de filmes de Jason, Freddy e afins. Porém, eu sou fã da série, e nunca tinha demorado tanto tempo para ver qualquer um dos filmes. Sem ir à fundo nas resenhas, digo de antemão que o primeiro é pra mim o melhor de todos, é claro. O segundo teve seu charme também, pelo grande fator psicológico que manteve, e as artimanhas dos jogos foram também memoráveis. O terceiro, foi uma mudança grande da série, partindo para uma jogada mais “gore”, que apesar de fugir um pouco do que estávamos acostumados, me agradou em cheio na pegada hardcore (sou fã de violência exagerada, sangue jorrando para todo lado e outras coisitas trash). Mas, assumo que pra mim, Jogos Mortais, chegou à quase um ponto final. Nesse quarto filme da série, achei que teve um prosseguimento da mesma linha do anterior, porém além de manter a fórmula sanguinária de violência explítica (o filme já começa com uma autópsia de Jigsaw, altamente meticulosa), se tornou mais um filme policial do que um terror propriamente dito. Os jogos e a tensão passaram desapercebidos, dando lugar à uma trama de “quem é quem” ou “quem vai morrer em seguida”. Não me agradou tanto quando os outros, mas conseguiu passar na boa. Defeito maior mesmo foi ter a infelicidade de assistir dublado – e acabar prejudicando ainda mais meu julgamento. Destaque porém para os cortes entre as cenas, muito criativas e bem elaboradas. Serviu até de inspiração.

foto_therecruitPor fim, um dos temas que mais me agradam, O Novato (The Recruit), vem com uma trama de espionagem, envolvendo o treinamento de James Clayton (Colin Farrell), – que vive atormentado pela morte suspeita do pai -, após ser contactado por um “olheiro” da CIA, Walter Burke (Al Pacino). Ele é levado para uma base secreta, juntamente com vários outros recrutas, e passa por diversos testes, exigindo ao máximo dos envolvidos. A história se completa com a belíssima e intrigante Layla Moore (Bridget Moynahan – “Senhor das Armas”, “Eu, Robô”) por quem James acaba se apaixonando. Após os rigorosos testes, muitas surpresas acontecem na vida do recruta, e ele tem que descobrir quem esconde a verdade. Quem está do seu lado e quem é o inimigo. O filme é dinâmico, e consegue não se tornar apenas um cliche de filmes de espionagem. Ele tem seu charme próprio, e obviamente os dois atores principais (os quais sou grande fã) contribuem para que tudo saia perfeito na tela. Pra quem gosta do tema, é altamente recomendável. Jogos inteligentes e bem executados, com um romance bem traçado e que acaba dando fluxo à toda a história, e  atuações grandiosas de gente que sabe o que está fazendo.

Outro dia me passou pela cabeça, a idéia de fazer um videoblog. Em alguns momentos, é mais prático falar do que escrever. Não que eu prefira. Acredito que particularmente eu, consigo me expressar muito melhor ao escrever. Porém, queria fazer algo diferente, e eis que saiu essa primeira experiência. Se eu achar que foi válida, darei continuidade, e pelo menos 1 vez por mês farei um vídeo desses, sempre tentando melhorar, é claro. Então, comentem!

Notas e considerações finais:

– Não quis copiar ninguém com essa idéia (que eu sei que não é nem um pouco inovadora/original). Já tinha conhecimento da existência de videoblogs, mas nunca vi nenhum. Ou melhor, já vi um de um canadense há muito tempo atrás.
– Tenho conhecimento de que minha cara está horrosa, e minha voz está meio estranha. Mas não sou modelo, não sou artista, não pretendo ser, então foda-se.
– Esse vídeo foi gravado sem ensaio, sem roteiro, sem script, sem porra nenhuma. Tudo no freestyle mesmo. Só tinha separado mesmo as pautas do que queria falar.
– Quero esclarecer que a parte sobre música é séria (ou pelo menos tentei fosse), o resto é brincadeira e ironia.
– Postei no YouTube porque já tenho outros vídeos com upload lá. Mas não quero ser estrela, nem celebridade. Não sabia mais onde postar o vídeo. Tinha esse e o Google, mas como eu disse, fui no mais prático.
– Enfim… podem xingar, falar mal e me corrigir no que for necessário. Não estou em busca só de elogios e agradecimentos. E não deixem de assistir até o final, pra ver os erros de gravação. See ya, félas! 😉
Acrescentando: Antes que alguém queira me apedrejar, quero fazer uma correção: Eu digo que “In Flames é uma banda que vem se destacando lá fora”, mas o certo seria “In Flames é uma banda que se destaca lá fora”. Isso porque os caras têm 15 anos de estrada, e ficou parecendo que é uma banda nova ou com sucesso recente. Fora isso, todos os álbuns citados já foram lançados há alguns meses, mas só há pouco tempo eu consegui os mesmos para escutar.

Assumo que isso aqui tá ficando muito “meu querido diário”, mas o que posso fazer se minha cabeça não tem ajudado? Mas pelo menos, se não posso criar, vou tentar produzir. Como eu venho dizendo há alguns posts, enfim trouxe pra cá o tal do antigo blog. Não que eu publicasse muita coisa nele, mas sempre tive um carinho especial pelo mesmo.

Foi iniciado no final de 2006, onde a princípio eu dividiria o espaço com um amigo, mas que nunca deu as caras. Foram poucos artigos (sendo 2 deles retirados do ar, por eu achar que estava muito pessoal), mas pretendo continuar a saga. Por sinal, aproveitei essa mudança de endereço pra publicar um texto que tinha escrito há uns 2 meses atrás. Se tudo der certo, continuo postando, nem que seja 1 vez por mês. Já acho válido. O endereço é esse aqui, e vai ali pro lado também, nos links.

Fora isso, ando com bastante trabalho. Nada assim absurdo, mas muitas coisas diferentes, que acabam complicando minha cabeça e minha organização de tempo. Mas logo tudo vai ficar legal, e vou poder até comemorar as boas e novas vitórias.

Esses dias andei sumido de tudo, pois meu querido computador resolveu queimar a fonte de alimentação. Até aí tudo bem. Fui comprar uma fonte nova, mas acabei resolvendo fazer um upgrade logo no bichinho. Uma brincadeira que saiu um pouco cara no fim das contas, mas era mais do que necessário.

O problema é que fiquei em torno de 4 dias “fora do ar”, e com isso acumulei uma infinidade de trabalho. Sem contar que estou perdendo um bom tempo instalando tudo de novo. Programas, utilitários, plugins, etc, etc. E agora estou entrando em mais uma área para me arriscar: edição de vídeo. Só falta conseguir organizar o tempo e conseguir fazer tudo.

Mas toda essa mudança digital até que me fez dar um ânimo pra trabalhar. Agora faltam poucas coisas pra completar tudo que preciso no momento. Mas como dizia Jack: – “Vamos por partes”.

Essa é uma das mais conhecidas estratégias de marketing, e também uma das mais bem sucedidas. Você oferece um serviço ou produto extremamente atraente, totalmente gratuito. Mas se você quiser realmente utilizar todas as suas funcionalidades, é preciso pagar uma pequena taixa. E eu, rato de pista e de internet, inevitalmente caí no truque.

Estava todo feliz, planejando mudar a cara desse blog, quando me deparei com a incrível limitação de não poder alterar o código fonte. Nem HTML, nem CSS. Maravilha! Para concluir tal feito, preciso liberar 15 doletas pro WordPress. Tudo bem, pra mim isso é lixo. Mas agora você, imagine os milhares (talvez milhões) de usuários, participando com essa quantia. Modesta, não? Reconheço que manter toda essa arquitetura e infra-estrutura, não é dos negócios mais baratos. Mesmo assim, posso calcular de cabeça, que o lucro ainda é imenso. Eu só vivo me perguntando por que não tenho essas idéias? Viver rico, sem trabalho, só administrando. Infelizmente é um destino para pouquíssimos seres humanos.

Mas aproveitando todo esse papo de marketing e idéias brilhantes, uma coisa que me irrita profundamente na internet, são as publicidades com som/música. Em uns 75% dos casos você mal consegue identificar de onde vem o maldito barulho (no meu caso a porcentagem sobe, por sempre abrir dezenas de abas no Firefox) e quase nunca você tem a opção de parar, a não ser fechando a janela. Definitivamente, essa estratégia não funciona de forma positiva. No meu caso, acabo nem vendo a propaganda, justamente por causa do som – que normalmente atrapalha a música que estou ouvindo.

Enfim, eu só queria mudar algumas coisinhas nesse layout que escolhi, porque ando preguiço demais para criar alguma coisa from scratch. Mas todo meu trabalho de escrever alguamas linhas de CSS só vai ter serventia quando o PayPal liberar meu pagamento. Pelo menos terei 1 ano de “upgraded account” pra ficar brincando.

Preciso voltar a postar no Pesadelo, e também mudar o layout dele. Também queria mudar o layout aqui, mas sabe como é… a preguiça reina. E além do mais, já tenho trabalho suficiente, e pouco tempo pra tudo isso. Mas eu prometo, que uma hora eu consigo.

Esses dias tava escutando uns funks antigos. Tipo “Sounds Of Heartbeak”, “Loosing My Heart Over You”, “You Are The One”, “Bleeding Heart”, “I’ll Be Loving You”. O que na época era chamado de “funk melody”. É um pouco engraçado e ao mesmo tempo nostálgico, lembrar dessas músicas de 15 anos atrás. Não sei quem dessa época chegou a curtir esses sons, mas eu fui influenciado pelo meu pai, que na época era DJ, e essas músicas eram A SENSAÇÃO das festinhas. Quem quiser saber do que estou falando, só clicar aqui.


Perfil


GRINGO. Também conhecido como Rafael. "Jack of all trades, master of none" - Competente em muitas coisas, especialista em nenhuma. Carioca, mas um dia ainda vai conseguir ir morar no Sul. Fotógrafo, designer, redator e editor de vídeo - mais ou menos nessa ordem. Já foi jornalista underground, editor de site de música e produtor de shows. Amante incondicional de tequila, mas não dispensa a boa e velha roda de cerveja com os amigos. Amante também da arte, em todos os aspectos. Deveras sonhador, mas determinado o bastante para conseguir as coisas que almeja. Violent mood swings: Humor um tanto quanto instável, embora as mudanças felizmente não durem muito tempo. Realista. Teimoso. Senso crítico apurado. Melhor amigo de Murphy.

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